Na imagem, vemos um cartão de visitas do Francisco P. Monteiro, conhecido como Chiquinho, um destacado funcionário do presídio de Dois Rios. No verso do cartão, percebemos
Este é um blog despretensioso onde quero registrar, entre outras, o meu amor pela Colônia de Dois Rios. Sou filho de antigo funcionário do Presídio que deseja manter viva a história de Dois Rios, desde quando era uma fazenda de café até a instalação de presídios. Quero mostrar como vivia a comunidade formada por funcionários e seus familiares, postando imagens antigas, depoimentos, documentos e mostrando a situação da Colônia, hoje.
quarta-feira, 23 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
O amanhecer na praia de Dois Rios
sábado, 19 de março de 2011
Um conjunto regional....
*Júlio de Castilho, pai de Catarina Drumond é nessa foto o primeiro da esquerda os outros três não os reconheço. O segundo da esquerda para a direita, tocando clarineta, lembra-nos o Laert Manhães, irmão de Syro telegrafista e de Rubens Manhães;Se algum companheiro, contemporâneo, identificar alguém da foto, por favor entre em contato.
* Júlio de Castilho era funcionário do antigo presídio e trabalhava no estábulo ( Lugar coberto onde se recolhe o gado). Veio de Fernando de Noronha com a 1ª turma do Diretor Nestor Veríssimo, em 1938.Januário Couto, Leovigildo Pinto de Andrade, João Romangueira, Ivo Moura, Euclydes Azevedo, entre outros.
Foto do acêrvo de Catarina Drumond
quinta-feira, 17 de março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
Carteira funcional dos servidores do presídio da Ilha Grande

Todos os funcionários do presídio possuíam uma carteira funcional como a da foto.Essa era a de meu Pai, que exercia o cargo de almoxarife na Colônia Agrícola do Estado da Guanabara, à época do Estado da Guanabara. Como se pode observar a carteira está assinada pelo diretor Paulo Américo Cesar da Cunha.Infelizmente a carteira não vem datada, talvez seja de 1965.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Família Demutti
terça-feira, 8 de março de 2011
Falecimento de Dona Vevé
Comunico para a nossa rede de contemporâneos de Dois Rios, o falecimento de Dona Vevé em 10/02/2011, aos 92 anos de idade. Dona Vevé foi casada com Leovegildo Pinto de Andrade, antigo funcionário do presídio.
Dona Vevé era mãe do Ícaro (já falecido), nosso contemporâneo e irmã de Lupércio (Lula) antigo funcionário do presídio , vivendo atualmente na Colônia Dois Rios.
Para os familiares os nossos sentimentos.
segunda-feira, 7 de março de 2011
Entardecer em Araçatiba - Ilha Grande
sábado, 5 de março de 2011
Carnaval - uma falsa alegria ?
Brasília, 05 de março de 2011.
Antes de responder, façamos uma rápida análise etimológica da palavra carnaval, recordando a origem e a evolução histórica do vocábulo.
A palavra carnaval se aplicava originalmente à terça-feira gorda, a partir de quando a Igreja Católica proibia o consumo de carne. Alguns etimólogos propõem como origem o baixo latim carnelevamen, modificada mais tarde em carne, vale! que significa “adeus, carne!”. “Carnelevamen” pode ser interpretada como “carnis levamen”, “prazer da carne” antes das tristezas e continências que marcam o período da Quaresma.
A origem da festa tem sido atribuída à sobrevivência e evolução do culto de Ísis, das bacanais, lupercais e saturnais romanas, das festas em homenagem a Dionísio, na Grécia, e até mesmo das festas dos inocentes e dos doidos, na Idade Média.
Entre o silêncio interior e o carnaval não existe barreira instransponível, mas, sim, a possibilidade do ser humano exercitar uma de suas prioridades existenciais, isto é, saber escolher o que mais lhe convém, o que realmente priorizar como diversão.
As alegrias experimentadas nos dias de carnaval costumam deixar resíduos morais nocivos na alma, tornando-os traumáticos, permanentes, marcantes. A história dessa festividade mostra as sobras da amargura, da tristeza, dos aborrecimentos, dos desajustes familiares, dos desequilíbrios financeiros, das violências de todos os tipos, entre outras cruéis e dolorosas situações deixadas como rastros dessa mascarada e mentirosa alegria.
O tempo das famílias inocentes sentarem-se nas calçadas para ver os blocos passarem ficou na saudade. Em substituição, surgiu não só a necessidade cada vez maior de uma comercialização insaciável, com lucros exorbitantes, como também o extravasamento sempre audacioso do instinto sexual, da sensualidade, tema este largamente trabalhado com fins comerciais, tanto interna como externamente.
Quantas lembranças agradáveis, que passam pelo meu pensamento, das canções que se tornaram clássicas das festividades do período momesco, executadas em todos os carnavais, no salão do Cassino, o clube da praia de Dois Rios, na Ilha Grande, ao tempo minha infância à adolescência. Entre elas se contam Abre alas (1899), Cidade maravilhosa (1935), Mamãe eu quero (1937) e Jardineira (1939).
quinta-feira, 3 de março de 2011
Inauguração da ponte
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Inauguração de uma ponte de madeira sobre a corredeira que forma a Barra Grande . A foto é de 1944 e durante a administração interina do capitão Manoel Mostardeiro, entre a morte de Nestor Veríssimo e a nomeação do major Heitor Coimbra. Na foto o capitão Mostardeiro aparece de terno cinza, de óculos, segurando o chapéu com o braço direito dobrado à altura do peito, olhando para a esquerda.A estrada onde se localizava a ponte, partia da Colônia rumo a praia da Parnaióca passando por algumas dependências externa do presídio como o aviário, a horta, a usina hidrelétrica, além do pequeno cemitério.
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