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Colônia Dois Rios na primeira metade da década de 40. Ao fundo o presídio, recém inaugurado, hoje escombros e uma Vila Dois Rios praticamente abandonada, sendo consumida pelo tempo. |

Este é um blog despretensioso onde quero registrar, entre outras, o meu amor pela Colônia de Dois Rios. Sou filho de antigo funcionário do Presídio que deseja manter viva a história de Dois Rios, desde quando era uma fazenda de café até a instalação de presídios. Quero mostrar como vivia a comunidade formada por funcionários e seus familiares, postando imagens antigas, depoimentos, documentos e mostrando a situação da Colônia, hoje.
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Colônia Dois Rios na primeira metade da década de 40. Ao fundo o presídio, recém inaugurado, hoje escombros e uma Vila Dois Rios praticamente abandonada, sendo consumida pelo tempo. |
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Portão principal do presídio, corpo da guarda, visto pela parte interna. A escada dava acesso ao piso superior que servia de alojamento para os policiais militares , responsáveis pela segurança externa do presídio. Foto de Mariane Kanegae Veja a entrada principal vista pela parte de fora do presídio; |
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Foto da primeira metade da década de 40 tirada na praia de Dois Rios, vendo-se *Júlio de Castilho, primeiro da esquerda para à direita, junto com outros amigos não identificados. *Júlio de Castilho , antigo funcionário do presídio da Ilha Grande, é pai de nossa amiga e contemporânea Catarina Drumond. Júlio de Castilho também fez parte da turma de funcionários, oriundos de Fernando de Noronha, que viria a constituir o grupo principal de servidores do recém inaugurado (1942) presídio da Colônia Agrícola do Distrito Federal.-CADF |
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Linda foto da Enseada do Abraão batida da estrada que faz a ligação Abraão-Dois Rios |
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![]() A foto nos remete ao ano de 1944 quando da inauguração do obelisco, localizado próximo ao estábulo, logo após o presídio.A inauguração ocorreu na administração interina do capitão Manoel Mostardeiro, entre a morte de Nestor Veríssimo e a nomeação do major Heitor Coimbra. Mostardeiro aparece no lado esquerdo da foto,de terno cinza , de óculos, segurando um chapéu , entre dois homens de terno branco. No fundo da foto aparece as instalações do estábulo. Segundo informações de Catarina Drumond, nossa amiga e contemporânea, filha de Júlio de Castilho, à época administrador do estábulo , ela morou, na casa branca que aparece em primeiro plano à esquerda da foto, antes de se mudar para as casas da rua do obelisco que estavam em construção. Moraram também nessa rua, ainda segundo Catarina : Demosthenes Gonzales, preso político, esposo da professora Liz (lecionava na Colõnia) e os filhos Sérgio e Maria Augusta.,Sady Grande (guarda do presídio) e o telegrafista Moacir Resende. Agradeço a Catarina Drumond ,pelas informações e para o amigo Polaco por permitir a postagem da foto pertencente ao seu acêrvo ![]() |